Findo mais um ano e, com ele, a nossa jornada no ensino secudário, pouco há a dizer, que não fazer contas ao feito.
Assim, não nos arrastando, cremos que o trabalho se saldou positivamente, aqui no que toca à Área de Projecto, que apesar de ter dispendido tanto esforço, tanta dedicação, nos trouxe sempre sorrisos. E o facto é que cada trabalhinho, cada pedaço do nosso projecto, nos trazia sempre novas alegrias, sempre nos sentimos vitoriosos.
Deixamos aqui o acesso ao nosso projecto final, o site: ciclar AQUI
Esperamos que gostem, que aprendam, que considerem útil.
Um obrigado especial a toda a nossa turma, os nossos sempre presentes colegas e ao nosso professor, António Fausto.
Fora estes, um agredecimento a todos aqueles que, não especificando, nos ajudaram ao longo de todo este tão longo, mas tão curto ano.
O grupo
ABC da Adolescência
sábado, 12 de junho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Treze por cento dos adolescentes dizem-se vítimas de abuso físico

Faculdade de Medicina do Porto questionou mais de 7500 adolescentes, entre os 15 e os 19 anos, de escolas públicas do país.
24.05.2010 - 07:46 Por Andrea Cunha Freitas
Pode ter sido um insulto na escola ou uma bofetada em casa. Tudo depende do que se entende por violência. Mais de 7500 adolescentes, entre os 15 e os 19 anos, de 16 escolas públicas de todo o país foram inquiridos e 16 por cento afirmaram já ter sido vítimas de abuso emocional, 13 por cento de abuso físico e quase dois por cento de abuso sexual.
As perguntas foram feitas em 2000, mas só agora o trabalho foi publicado. Elisabete Ramos, uma das investigadoras envolvidas no estudo, admite que, passada uma década, os números poderiam ser diferentes, mas não por causa de um aumento da violência. "Tenho algumas dúvidas sobre se os números mudaram ou se o que mudou foi a visibilidade deste fenómeno da violência", argumenta.
"Alguma vez foste vítima de violência física?" era apenas uma das muitas questões colocadas aos jovens no inquérito anónimo realizado na sala de aula. As respostas dos adolescentes permitiram concluir que o tipo de violência mais referido foi a violência emocional. Possivelmente confirmando as expectativas, os rapazes (sobretudo os mais novos) revelaram estar mais presentes em lutas físicas (13,6 por cento versus 3,6 por cento do lado feminino) e queixaram-se mais do que as raparigas de abusos físicos (19,5 por cento versus 7,5 por cento).
A prevalência nas "queixas" de violência emocional e sexual é similar entre rapazes e raparigas. Da leitura dos dados é possível perceber que, à medida que vão ficando mais velhos, os adolescentes envolvem-se menos em lutas físicas, mas reportam mais situações de abuso emocional. "Talvez isto se verifique porque vão tendo uma percepção diferente do que pode ser violência emocional. Quanto mais velho, mais entende que algumas coisas são abuso", explica a investigadora Elisabete Ramos, usando o mesmo argumento para explicar os números mais elevados de relatos de abuso emocional e físico nos adolescentes com famílias mais escolarizadas.
Ainda neste campo, o trabalho mostra que, nas raparigas, as probabilidades de serem vítimas de abuso emocional aumentam quando se encontram inseridas em famílias com maior grau de instrução. O estudo confirmou ainda que o consumo de tabaco e cannabis está associado a todos os tipos de violência em ambos os sexos e não detectou diferenças entre as regiões do país nas prevalências dos vários tipos de abuso. Uma das maiores surpresas foi a ausência de diferenças claras entre os dois géneros no abuso emocional. "O que podíamos supor à partida é que teríamos mais nas mulheres."
Decréscimo do bullying
Além da obtenção de dados sobre a violência física, emocional e sexual, o trabalho dos investigadores da Faculdade de Medicina e do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto quis verificar outras questões como a relação da violência com a religião e com as características socieconómicas da família, entre outras. "Estas questões da violência são extremamente difíceis de medir. Não é como o colesterol ou a glicose. A informação que recolhemos depende da percepção que as pessoas têm sobre o assunto", explica Elisabete Ramos, do Serviço de Higiene e Epidemiologia da Faculdade de Medicina do Porto, que justifica o atraso de dez anos na divulgação dos dados com "problemas no tratamento da informação".
Ainda do lado das eventuais limitações de um trabalho deste género, a investigadora salvaguarda que é preciso ter em atenção o número de questões colocadas e o tempo que demora o inquérito. É que, quando os investigadores abusam da paciência dos inquiridos, há muitas probabilidades de terem mais desistências ou recusas em participar. Assim - e tendo em conta que o objectivo do estudo era analisar os factores sociais e comportamentais da violência dos adolescentes -, o estudo acaba por não explorar com profundidade o tipo de violência que é denunciado. Não é possível saber, por isso, qual a gravidade do abuso. Assim como não conseguimos perceber quantos agressores poderemos ter entre as vítimas e onde aconteceu o alegado acto de violência. "Não tratamos esses aspectos no estudo. As respostas incluem tudo o que é violência, tudo o que eles entenderam como violência", diz Elisabete Ramos.
Porém, consciente da mediatização do fenómeno do bullying, a investigadora nota que os mais recentes estudos internacionais referem um decréscimo deste tipo de violência. "Quando olhamos, vemos", refere para justificar a percepção que pode existir sobre um aumento na ocorrência do fenómeno.
Sobre o facto de não se separar as águas entre a violência que acontece na escola e fora dela, a investigadora não hesita: "A principal determinante é estar a viver um ambiente de violência. Não há um muro que separa uma violência da outra. Toda a violência se relaciona entre si. Geralmente, o que se nota é um arrastar do comportamento de um ambiente para o outro. Ser vítima num ambiente vai condicionar o comportamento no outro ambiente." Elisabete Ramos defende a necessidade de se investigar mais e melhor sobre este fenómeno, mas nota que é preciso que "não se misturem objectivos". "Temos de perceber bem à partida o que queremos estudar", defende. Saber como estão hoje os jovens inquiridos em 2000 é impossível, uma vez que a participação foi anónima. Mas, conclui a investigadora, "seria interessante repetir o estudo, com a mesma metodologia e as mesmas questões".
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Actividade Extra aula
No dia 18 de Maio as alunas Ana Sofia, Filomena e Cláudia juntaram-se com o intuito de realizar o percurso do Peddy-Paper e para definir os pontos essenciais para a actividade.
Esta actividade revelou-se bastante criativa e ao mesmo tempo divertida.
Esta actividade revelou-se bastante criativa e ao mesmo tempo divertida.
terça-feira, 11 de maio de 2010
"Aluno suspeito de agredir funcionária"

Escola de Montemor-o-Velho está a investigar o ocorrido, dado que existem duas versões contraditórias
A escola secundária de Montemor-o-Velho vai abrir um inquérito para avaliar a alegada agressão de um aluno de 17 anos a uma funcionária, ocorrida esta sexta-feira, existindo versões contraditórias do sucedido.
O jovem de 17 anos, aluno do 11.º ano, foi mandado sair da sala da sala por uma professora e, de acordo com uma das versões, terá empurrado a funcionária, que caiu e se magoou numa perna.
Na outra versão terá sido a funcionária que, após puxar o jovem, ao largar-lhe o braço desequilibrou-se e caiu.
«Que a funcionária que foi à sala caiu é verdade, mas, nesta fase, não temos dados muito conclusivos sobre o que realmente aconteceu, há duas versões», disse à Lusa a presidente da comissão administrativa do agrupamento de escolas de Montemor-o-Velho, Isabel Verão.
A responsável do estabelecimento de ensino frisou que a funcionária, na casa dos 60 anos, ficou dorida após a queda, «mas não ferida».
A direcção da escola já ouviu o aluno e vai ouvir a funcionária, a professora e os colegas de turma do jovem para avaliar o sucedido.
«Queremos saber todos os pormenores daquilo que aconteceu. Vamos naturalmente proceder a um inquérito no âmbito do regulamento interno», afirmou Isabel Verão, acrescentando que, dependendo das conclusões do inquérito, o caso poderá vir a ser comunicado às autoridades.
23-04-2010
"Aluno de 14 anos fechado numa sala por mau comportamento"

A escola diz que não tem outra solução, a bem do normal funcionamento da sala de aula
Quando a escola vira uma prisão. É assim que a Secundária de Vila Nova de Paiva, no distrito de Viseu, é vista por alguns. Um aluno de 14 anos é sucessivamente trancado numa sala por mau comportamento, revela o DN.
Uma funcionária conta ao jornal que, na segunda-feira, o rapaz esteve de castigo e «desesperou tanto que se fartou de gritar e bater com a cabeça nas paredes da sala. Meteu dó». Não foi uma situação isolada. «Passa grande parte dos dias fechado, sozinho», adianta a fonte.
O presidente executivo da escola, António Taveira, confirma que os dias deste aluno são diferentes dos dias dos outros alunos por «não ter outra solução». O rapaz é «rebelde e indisciplinado e não deixa os colegas de turma aprenderem».
O desespero da direcção da escola não é compreendido pela Comissão Nacional de Protecção de Jovens em Risco (CNPJ) e Confederação Nacional de Pais (Confap).
Muito crítico, Albino Almeida, da Confap, acusa a escola de «não proteger os interesses da criança» e vai ao ponto de considerar que o estabelecimento de ensino não pode «pisar os direitos de cidadania de um menor». Armando Leandro, da CNPJ, vai averiguar o caso.
A denúncia foi feita pela irmã do aluno, que também estuda na Secundária de Vila Nova de Paiva. O adolescente vive com a irmã e o padrasto, que assume «não conhecer os problemas». A mãe está emigrada.
07-05-2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Jovem actor preso por tráfico de droga

O jovem actor Tiago Fernandes, que já participou em diversas telenovelas e séries televisivas em Portugal, foi preso por alegado envolvimento em tráfico de drogas. A notícia é avançada pelo Correio da Manhã
Liberdade 21, Floribella, Anjo Selvagem, Super Pai e Médico de Família são alguns dos programas em que Tiago Fernandes participou, mas o actor estará agora envolvido num enredo bem mais perigoso.
Segundo o Correio da Manhã, Tiago Fernandes foi preso por alegadamente dirigir um negócio de tráfico de droga nas Olaias, em Lisboa, vendendo e colocando gente nas ruas para venderem heroína e cocaína.
O mesmo actor havia, aos 12 anos, protagonizado uma história violenta, mas nessa altura como vítima, ao ser atacado por um cão de raça pit bull enraivecido no Alto do Pina, na capital.
11/04/2010
Grupo de alunos ataca adolescente a murro e a pontapé no recinto desportivo

02 Abril 2010 - 00h30
Troca de piropos acaba em agressão na escola
Uma troca de ofensas verbais entre um rapaz e uma rapariga acabou da pior forma na Escola Básica 2,3 Gualdim Pais, em Tomar. O namorado da adolescente não gostou, juntou um grupo de sete amigos e agrediu a vítima, de 14 anos, no recinto desportivo do estabelecimento de ensino.
"O meu filho está todo pisado por dentro, dos murros e pontapés que lhe deram", queixou-se ontem a mãe do menor, pedindo para não ser identificada. O caso, registado a 19 de Março, foi comunicado à PSP e a mulher pretende seguir para tribunal para ser ressarcida dos prejuízos com a assistência médica.
Maria Luísa Oliveira, directora do Agrupamento Gualdim Pais, lamenta o sucedido, realçando que se tratou de "um conflito emocional" que os alunos "não souberam gerir da melhor forma".
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